Programa terapêutico

 

 

 

O Programa Terapêutico da Comunidade Terapêutica AMAR E SERVIR esta baseado no Plano de Atendimento Singular – PAS, que tem por objetivo principal a singularização do atendimento de acordo com as particularidades e necessidades de cada individuo, considerando características singulares (fatores de risco e de proteção), tais como: histórico de vida, nível de gravidade da dependência, características da relação com o consumo de substâncias psicoativas (tempo de uso, principal SPA de abuso, via de consumo), presença de comorbidades, estrutura familiar de origem e de convivência, histórico laboral, nível de escolaridade, nível socioeconômico, entre outros.

 

Para além da cessação de consumos de álcool, tabaco e outras drogas, o programa tem também como objetivo a reabilitação psicológica e social do indivíduo, ao promover a aquisição de habilidades sociais que o permita viverem de forma equilibrada e ajustada à realidade. Têm como foco as mudanças comportamentais e a qualidade de vida dos dependentes, através da assistência para o atendimento às necessidades físicas, psicológicas, sociais e espirituais do reabilitando.

 

 

Fase 1- Adaptação e Desintoxicação (de 00 a 2 meses):

 

Esta é uma fase muito comum de haver desistência por parte do interno. A abstinência é o primeiro requisito a ser atingido no início do tratamento. Nesta primeira fase objetiva-se levar a redução da sintomatologia da abstinência e dos sintomas de ansiedade relacionados a não poder fazer uso de drogas através de atendimento psicológico, atividades de entretenimento, ampliação da consciência espiritual do indivíduo.

 

Neste período o interno deve se auto avaliar e também ser avaliado em relação a sua adaptação a Entidade; consciência a respeito da doença; motivação para promover mudanças em seu próprio comportamento; disponibilidade para abstinência; aceitação da orientações terapêuticas; cooperação nas atividades; habilidades sociais.

 

 

Fase 2- Reabilitação (02 a 4 meses):

 

O dependente químico costuma restringir seu ambiente social e relacioná-lo apenas a ambientes que favoreçam o consumo de drogas, além de torna-se muito comum a deteriorização de sua relação familiar. É essencial que o indivíduo aprenda a desenvolver vínculos sociais saudáveis e também busque reestruturar sua relação familiar e a modificação de comportamentos de riscos, possibilitadores de recaída. Neste processo de reabilitação, são desenvolvidas atividades com o mesmo que visa estimular o convívio social e familiar saudável e a reflexão sobre sua nova condição como indivíduo, e ainda, desenvolver a consciência e a capacitação ocupacional, neste sentido, um objetivo maior é resgatar a identidade deste sujeito.

 

Neste período o interno deve se auto avaliar e também ser avaliado em relação a sua adaptação a Entidade; consciência a respeito da doença; motivação para promover mudanças em seu próprio comportamento; disponibilidade para abstinência; aceitação da orientações terapêuticas; cooperação nas atividades; habilidades sociais; relacionamento familiar e início da construção de um projeto de vida.

 

 

Fase 3- Reinserção e Ressocialização (04 a 6 meses):

 

A reinserção laboral e social é considerada como a última fase do programa terapêutico. Para levá-lo a cabo apresentam-se nos uma série de dificuldades, por um lado o indivíduo enfrenta relações com o sistema social deteriorada e por outro as dificuldades gerais de acesso ao mercado de trabalho. Nesta fase trabalha-se com o indivíduo as possíveis dificuldades que este poderá enfrentar para se reinserir tanto no social, quanto no âmbito profissional, todavia, procura-se também neste período desenvolver com o indivíduo estratégias de enfrentamento adaptativas.

 

Durante este fase trabalha-se a prevenção de recaídas, pois, é muito comum após o período da internação, a ocorrência de lapsos, portanto faz-se essencial dar suporte psicológico e social no período final de internação. O desafio maior é a manutenção da abstinência e das mudanças no estilo de vida e de relacionamentos.

 

Neste período o interno deve se auto avaliar e também ser avaliado em relação a sua adaptação a Entidade; consciência a respeito da doença; motivação para promover mudanças em seu próprio comportamento; disponibilidade para abstinência; aceitação da orientações terapêuticas; cooperação nas atividades; habilidades sociais; relacionamento familiar; construção do projeto de vida; aprendizagem de habilidades e estratégias de enfrentamento de situações de risco, e promover modificações no estilo de vida.

 

 

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